terça-feira, 16 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
não quero saber do fim
que se aproxima
do tempo que se esgota
e nos passa por cima
do dia que acaba
e nunca mais recomeça
da noite que vem sempre
e nos atravessa
não quero saber do incêndio
que se repete
do silêncio que se levanta
e nos derrete
da ruína que chega por trás
e nos surpreende
do deserto que se alastra
e nos apreende
só quero saber do teu nome
no meu coração
do amor e das promessas
gravadas na nossa mão
sábado, 7 de julho de 2012
nesta cidade sinto-me um fado
enquanto sobe e desce
a minha solidão
inclino-me sobre o passado
é uma saudade que cresce
repetindo o meu coração
espreito a manhã cansada
na luz que o silêncio deita
no amor que eu sempre juro
e é uma canção desalinhada
um fado que se põe à espreita
enquanto eu te procuro
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