lösch mir die augen aus: ich kann dich sehn, que a minha velhice far-se-á do amontoado de pedras que foi imaginar-te, chegando a casa, colhendo as rosas, fazendo a sopa, afastando a febre, vestindo as crianças. wirf mir die ohren zu: ich kann dich hören, que o meu silêncio tem uma música por trás, como cortina que se rompe para fora da janela, mas ainda assim espanta o inverno do esquecimento. brich mir die arme ab, ich fasse dich mit meinem herzen wie mit einer hand, que eu não preciso do meu corpo para alcançar-te, que o meu corpo é um papel que se escreve sozinho, dizendo o amor que vê em vez dos meus olhos e que ouve em vez dos meus ouvidos e que te abraça em vez dos meus braços.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
poema número sete: com rainer maria rilke
lösch mir die augen aus: ich kann dich sehn, que a minha velhice far-se-á do amontoado de pedras que foi imaginar-te, chegando a casa, colhendo as rosas, fazendo a sopa, afastando a febre, vestindo as crianças. wirf mir die ohren zu: ich kann dich hören, que o meu silêncio tem uma música por trás, como cortina que se rompe para fora da janela, mas ainda assim espanta o inverno do esquecimento. brich mir die arme ab, ich fasse dich mit meinem herzen wie mit einer hand, que eu não preciso do meu corpo para alcançar-te, que o meu corpo é um papel que se escreve sozinho, dizendo o amor que vê em vez dos meus olhos e que ouve em vez dos meus ouvidos e que te abraça em vez dos meus braços.
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