quarta-feira, 29 de outubro de 2014

com sigmar polke e a bruma atlântica



a noite enterrando-se no fundo da cama do outono, a bruma desse silêncio escondendo a pouca alegria que restou do verão, os frutos mais raros, a água crescendo, as mãos perdendo o sentido da poesia, no entanto, uma escotilha por abrir, a possibilidade de ver de novo o dia, um cântico enumerando as maravilhas do mundo.

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