saber das coisas do mundo, perceber a origem do tempo, observar o mapa das estradas e ver como estamos longe de tudo, como não há pontes que cheguem para as margens que criamos. e depois esperar pelo outono, contar as folhas, os arrepios na pele, preparar a boca para os dióspiros, distrair o coração, se estamos sem casa.
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