quantas vezes quiseste tomar à letra uma canção, fazê-la crescer na tua pele, como uma chuva que levasse para longe as coisas tristes, uma liga que apertasse a ferida e prometesse uma tatuagem no lugar de uma cicatriz? quantas vezes foste o refrão que atravessa a noite e voa ferozmente atrás da manhã, cantando o haver beleza, mesmo na escuridão do silêncio?
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