no campo, atrasam-me as horas vastas, a aldeia que me deixa ser a mais alta hera, seguindo a vastidão da tua luz, e os animais que só hão-de morrer quando for preciso dar de comer ao inverno, e uma saúde que colhe papoilas e com elas faz um poema no teu peito, e a certeza de haver um céu limpo, para se perceber, na transparência do azul, a complicação das constelações.
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