o caminho do amor é estreito, vai dar à garganta escarpada do silêncio sempre que te pões à espera. e és tu quem tem de compor a liana compridíssima com que te lanças para o lado da promessa. e és tu quem tem de colar as asas na boca empurrando para a frente o coração. e és tu quem sabe disto, no precipício que se avizinha, cada vez que a apólice ameaça caducar.
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