a bainha dos dias
(instantâneos que demoram)
domingo, 7 de abril de 2013
# 19
nenhuma palavra, nenhum deserto, nenhuma estrela. apenas a respiração, o eco dentro do búzio, a maré descendo e a maré subindo. até ser tempo de morrer, como qualquer outra trepadeira.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Mensagem mais recente
Mensagem antiga
Página inicial
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário